Em janeiro de 2026, a inflação em Aragón mostrou uma desaceleração significativa, situando-se em 2,3% ao ano, em linha com a média nacional da Espanha. Esta queda de seis décimos na taxa anual de inflação foi impulsionada principalmente pela redução nos preços dos combustíveis e um aumento menos acentuado nos preços da eletricidade em comparação com o ano anterior.
Fatores que influenciam a inflação
A evolução da inflação em Aragón se refletiu em diversos setores de consumo. Os restaurantes e serviços de alojamento experimentaram a maior inflação, com um aumento de 4,6% ao ano, seguidos de perto por bebidas alcoólicas e tabaco com 4,5%. Outros setores que registraram aumentos significativos foram o cuidado pessoal (3,8%), seguros e serviços financeiros (3,7%) e habitação (3,2%). Em contraste, setores como informação e comunicações, transporte e vestuário e calçado experimentaram quedas nos preços, destacando-se este último com uma redução de 4,2%.
Condições de mercado e preços energéticos
O mercado energético também desempenhou um papel crucial na definição da inflação regional. O preço do petróleo Brent situou-se em 66,6 dólares por barril, o que representa um aumento de 6,5% em relação a dezembro, mas uma diminuição de 15,9% em termos anuais. Por sua vez, o gás natural TTF cotou a 34,2 euros por MWh, um incremento de 23,8% em relação ao mês anterior, mas 29,2% menor do que em janeiro do ano passado.
Desempenho territorial e políticas monetárias
No âmbito territorial, as províncias de Aragón mostraram variações na inflação: Huesca registrou 2,1%, Teruel 1,8% e Zaragoza 2,4%. Em termos mensais, os preços em Aragón diminuíram 0,4%. Enquanto isso, o banco central europeu manteve inalteradas as taxas de juros, com a facilidade de depósito em 2,00%, as operações principais em 2,15% e a facilidade de crédito em 2,40%.










