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8 febrero 2026

The Woggles, Volk, Lost Acapulco e The Wilsons Organ Trio, esta semana no ciclo Carretera e manta do Rock & Blues

Após as apresentações da semana passada de Ernest Armengol e Green Hot Chili Pickles, o ciclo Carretera y Manta continua esta semana na sala Rock & Blues com quatro concertos destacados: The Woggles, Volk, Lost Acapulco e The Wilsons Organ Trio, todos com entrada gratuita. A segunda edição deste ciclo, patrocinada por cervezas Ambar, se realiza até 31 de agosto e reforça a aposta da sala em uma programação cultural diversificada e de qualidade durante os meses de verão.

O programador do Rock & Blues, Pablo Patxi Cano, destaca que “a primeira edição foi um sucesso: o público respondeu com entusiasmo e tivemos certeza de que haveria uma segunda edição”. Segundo ele, este ciclo traz para a cidade “propostas únicas e muito interessantes da cena nacional e internacional, com concertos gratuitos e artistas que irradiam autenticidade, energia e compromisso com sua música”. Além disso, aponta que com Carretera e manta reivindicam a estrada como símbolo de movimento, descoberta e conexão através da música.

Na terça-feira, 8 de julho, subirão ao palco The Woggles. Fuzionando o velho rock e o soul com seu som único, The Woggles conseguem um som potente. Seus ritmos e riffs são ásperos e sujos, e Manfred se contorce com charme e classe no palco, tendo tocado no passado com Johnny Cash, Link Wray, The Zombies e quase todos os grupos de garage rock que se prezam.

Na quarta-feira, 9 de julho, o dueto Volk, formado em Nashville por Eleot Reich e Christopher Lowe, fará uma apresentação. Seu estilo mistura cowpunk, rock, country e sons distorcidos com alma ao vivo. Eles têm feito muitas turnês, gravado com John Pedigo e lançado faixas como “Stand the Test” ou “I Fed Animals”, com um som áspero, emocional e provocador.

Na quinta-feira, 10 de julho, será a vez de Lost Acapulco, considerados uma das bandas mais importantes do rock mexicano. Seu som se caracteriza por misturar elementos do rock and roll clássico, o surf instrumental dos anos 60 e ritmos frenéticos e hipnotizantes. Lost Acapulco conquistou reconhecimento internacional e já realizou turnês pelo México, EUA, Europa e Japão.

Na sexta-feira, 11, The Wilsons Organ Trio levará ao público os clássicos trios de órgão, popularizados ao longo dos anos 50 e 60 por figuras como Jimmy Smith, Brother Jack McDuff ou Larry Young. Um formato icônico dentro da música jazz que foi evoluindo com influências de soul, funk ou R&B ao longo do tempo. Uma banda que aglutina todo o espírito daquela época dourada e que suavemente desfoca qualquer linha estilística através de um amplo leque de estilos e possibilidades, com o denominador comum do lendário som do órgão hammond B3.

O ciclo continua na quinta-feira, 17 com Ibai García, guitarrista e compositor bilbaíno que apresenta um potente projeto de blues-rock, soul e rock sulista. Sua música mistura influências do folk rock californiano dos anos 60, rock clássico dos anos 70, rock alternativo dos anos 80 e psicodelia dos anos 90, com uma base melódica terrena que mantém seu estilo fresco.

No sábado, 19, será a vez de Color Green, um quarteto da Califórnia conhecido por suas apresentações ao vivo imprevisíveis e cheias de energia, onde improvisam e exploram sons sem seguir um roteiro fixo.

Na quarta-feira, 23 de julho, será a vez de Vanessa Collier, uma das vozes mais proeminentes do blues atual. Seu álbum Do It My Own Way combina soul clássico, R&B, funk e góspel.

Na quarta-feira, 30, a banda The Half Nelsons apresentará um repertório acústico de country e old folk. Formada por músicos de grupos como Travellin’ Brothers, Still River ou Mississippi Queen, reinterpretam composições de Dylan, Willie Nelson ou Ray Lamontagne com uma sensibilidade íntima e elegante.

Na quinta-feira, 31 de julho, subirá ao palco Daniel Romano’s Outfit, grupo canadense liderado por um dos artistas mais prolíficos e versáteis da cena alternativa. Glam, folk, punk, rock and roll e psicodelia coabitam em concertos que são pura energia.

Na quarta-feira, 27 de agosto, será a apresentação do Lovesick Duo, trio que recria o country, western swing e rock & roll dos anos 40 e 50. Com instrumentos vintage e repertório próprio ou de raiz, eles oferecem mais de 120 apresentações anuais.

No sábado, 30, será o momento de aproveitar Sergi Estella, artista que se apresenta como one man band e cria instrumentos únicos a partir de objetos cotidianos. Seu som cru e divertido, influenciado pelo folk, blues e rock, o torna uma proposta original que destaca também por seu humor cênico.

O ciclo será encerrado no domingo, 31 por Rosalie Cunningham, que retorna a Zaragoza após o sucesso de sua primeira turnê na Espanha. A artista britânica combina psicodelia, pop e prog-rock em seu novo álbum “To Shoot Another Day”, com influências de Queen, The Beatles ou David Bowie.

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