Aragão constrói 1.541 habitações protegidas e destina 400 milhões para VPO

A diretora geral de Habitação do Governo de Aragão, María Pía Canals, defendeu a gestão da habitação protegida (VPO) em resposta às críticas de um recente relatório da Câmara de Contas. Canals ressaltou os avanços significativos no desbloqueio de autorizações e qualificações de VPO, sublinhando o compromisso do governo autonômico com este tema crucial.

Avanços na construção de habitações protegidas

Ao assumir seu cargo, Canals se deparou com quase 800 habitações pendentes de qualificação ou autorização, algumas com atrasos superiores a dois anos. Atualmente, estão sendo construídas 1.541 habitações protegidas em Aragão, com 90 localizadas na capital Huesca e o restante em Zaragoza. Esse progresso é atribuído à reorganização de equipes e à atualização do módulo de habitação protegida, realizada em abril do ano passado.

A diretora geral destacou que essas ações têm sido fundamentais para acelerar o processo de construção e autorização, permitindo que mais famílias acessem habitações acessíveis na região.

Clareza nos registros e melhoria na publicidade

Canals também respondeu às observações do relatório sobre a estruturação dos registros de VPO, afirmando que são claros, completos e detalhados geograficamente. Embora tenha reconhecido que há margem para melhorar a publicidade das promoções, garantiu que toda a informação está disponível na página web do Governo de Aragão, o que facilita o acesso às promoções de venda e aluguel.

Futuras estratégias e planejamento

O Governo de Aragão está desenvolvendo uma plataforma de gestão para unificar a informação de VPO de diversas aplicações históricas e atuais. Sobre o registro de solicitantes, suspenso desde 2013, Canals mencionou que está sendo avaliada sua possível reativação, com base em sua utilidade e oportunidade.

Além disso, o Plano Aragão Mais Habitação, com um investimento de 400 milhões de euros para seis anos, tem sido crucial na criação de mais de 3.000 habitações públicas de aluguel acessível. Este plano abrange capitais, áreas rurais, zonas turísticas e áreas geradoras de emprego, demonstrando um enfoque integral na solução da problemática habitacional na comunidade.

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