Sergio Muro estreia em Zaragoza sua exposição «Existência Hedonista», onde mais de 50 obras testemunham uma década de criações centradas no hedonismo. Organizada pela Fundação Caja Rural de Aragón, esta mostra, disponível de 24 de abril a 13 de junho, oferece uma exploração colorida e vitalista desse conceito.
Exploração do hedonismo através da arte
A exposição, situada na sala da C/Cuatro de Agosto nº4, está aberta de segunda a sexta entre 18:00 e 20:00 horas. Nela, Muro apresenta uma coleção de 40 telas em acrílico, dois murais e 25 desenhos que radiografam o hedonismo como filosofia de vida. O artista propõe essa abordagem como uma maneira de «aproveitar cada momento», uma atitude que ganha especial relevância em tempos de incertezas a nível global.
Aos 50 anos, Sergio Muro não é apenas uma referência da arte plástica, mas também da performática, com mais de 150 performances em 12 diferentes cidades ao redor do mundo.
Recentemente, foi nomeado responsável cultural pela Burgos 2031, participou de eventos como ARCO Madrid e publicou um livro intitulado «Correndo».
Vozes reconhecidas no âmbito cultural elogiaram a obra de Muro. María Horno, historiadora da arte, destaca seu «estilo direto e narrativo que envolve o espectador». De outra perspectiva, o artista murciano Dómix Garrido enfatiza o «impacto cromático» que monopoliza a atenção do público. Por sua vez, o gestor cultural Ramón Albero discute a ambiguidade conceitual presente nas figuras representadas nas telas de Muro.
A reflexão final da exposição é um convite do próprio Muro para «presentear um sorriso como ato de beleza cotidiana», citando Tolstoi para sublinhar uma mensagem de otimismo e esperança diante dos desafios do presente.










