A gala dos XV Prêmios Simón do Cinema Aragonês, celebrada no Teatro Principal de Zaragoza, destacou o talento cinematográfico da região, com o diretor geral de Cultura do Governo de Aragão, Pedro Olloqui, sublinhando a projeção internacional do talento local.
Reconhecimento e homenagem na gala
Durante a cerimônia, Olloqui lembrou de Ignasi Camós, diretor geral do Instituto de Cinema e Artes Audiovisuais, falecido recentemente. Camós foi uma figura chave na promoção do cinema em Aragão, impulsionando o I Encontro Nacional de Festivais de Cinema em Zaragoza. Este evento foi fundamental para consolidar a rede de festivais e mostras de cinema na região, oferecendo uma plataforma crucial para os jovens cineastas.
Principais premiados dos Prêmios Simón
Entre os vencedores desta edição, o longa-metragem Rider, dirigido por Ignacio Estaregui, conquistou o prêmio de Melhor Longa-Metragem. Na categoria de Prêmio Aragão Turismo, Sirat de Oliver Laxe, filmado nas paisagens de Teruel, foi reconhecido por sua contribuição ao turismo cinematográfico. Este trabalho também permitiu a Yasmina Praderas, de origem oscense, obter um Goya e uma indicação ao Oscar na categoria de som.
O prêmio de Melhor Documentário foi para Borau e o cinema de Germán Roda, enquanto Uma lâmpada na Califórnia de José Manuel Herraiz recebeu o prêmio de Melhor Curta-Metragem. Além disso, o Prêmio de Honra foi concedido a Leonor Bruna, reconhecida por sua multifacetada carreira como diretora, roteirista, atriz, produtora e educadora, e por seu trabalho como fundadora da Escola de Cinema Um Cão Andaluz.
Importância dos Prêmios Simón
A Academia do Cinema e do Audiovisual Aragonês organiza anualmente os Prêmios Simón para reconhecer e promover o talento cinematográfico da região. A estatueta, que simboliza o personagem de Buñuel em Simón no deserto (1965), tornou-se um emblema do cinema aragonês, destacando-se tanto a nível nacional como internacional.










