A contratação no setor logístico em aragão permaneceu estagnada em 2025, com 31.646 contratos, a mesma cifra do ano anterior, em contraste com o crescimento registrado a nível nacional. Segundo um relatório da randstad, essa evolução coloca a comunidade atrás de outras regiões, em um contexto marcado pela transformação do emprego logístico, a demanda por novos perfis profissionais e desafios como a masculinização do setor ou o absentismo laboral.
A contratação no setor logístico em aragão manteve-se estável durante 2025, com um total de 31.646 contratações, idêntico ao ano anterior. Esse estancamento contrasta com o crescimento de 6,4% registrado a nível nacional, sublinhando a divergência entre a região e o resto da espanha.
Comportamento provincial desigual em aragão
A análise provincial revela um comportamento dispar na contratação logística. zaragoza experimentou um leve aumento de 0,9%, acumulando 89,5% dos contratos da região, o que equivale a 28.346 contratações. Em contraste, teruel e huesca sofreram quedas significativas de 11,4% e 5%, respectivamente, refletindo uma dinâmica heterogênea dentro de aragão.
aragão atrasada no contexto nacional
Em comparação com outras comunidades autônomas, aragão se posicionou entre as regiões com menor crescimento em contratação logística. a comunidade de madri liderou o aumento com 17,6%, seguida pela comunidade valenciana com 13,1%, catalunha e castela-manhcha com 9% cada uma. Em termos absolutos, madri ocupou a liderança com 197.665 contratos, seguida por catalunha e andaluzia.
Transformação e perfil do emprego logístico
A nível nacional, o setor logístico mostrou um avanço com 980.586 novos contratos em 2025, em comparação aos 921.899 do ano anterior, empregando 1,3 milhões de pessoas, o que representa 5,8% do emprego total na espanha. No entanto, o setor continua sendo predominantemente masculino, com 77% de homens. Além disso, enfrenta uma alta taxa de absentismo de 8%, atribuída à exigência física e dificuldades de conciliação laboral.
A evolução do setor impulsionou uma transformação no perfil profissional demandado. Embora as tarefas operacionais continuem sendo fundamentais, a indústria busca cada vez mais especialistas em gestão da cadeia de suprimento e competências tecnológicas avançadas, como veículos autônomos e elétricos, inteligência artificial e aprendizado de máquina. Essas mudanças respondem à necessidade de otimizar custos e reduzir a pegada de carbono.










